Terça-feira, 31 de Março de 2015

Almeida antiga

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publicado por Aristides às 21:36
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A chapelada desmascarada

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"A CDU-Madeira conseguiu eleger um terceiro deputado, retirando o 24ª mandato aos sociais-democratas e a consequente perda da maioria absoluta.

«Conseguimos aquilo de que muita gente andava atrás: tirar a maioria absoluta ao PSD. É um dia inesquecível para os madeirenses», disse aos jornalistas o dirigente da CDU-Madeira, Leonel Nunes.

O comunista explicou que não foi a recontagem dos votos nulos a alterar o cenário, mas sim alegadas irregularidades no primeiro ato." 

Confirma-se o que escrevi ontem aqui no blogue. E ainda bem que isto aconteceu para, finalmente se comprovar, se preciso fosse, o que tem acontecido sob o jardinismo: uma impunidade quase absoluta, um caciquismo institucionalizado e uma democracia espezinhada.

E viva a CDU! 

publicado por Aristides às 20:37
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Segunda-feira, 30 de Março de 2015

Almeida antiga: carpintaria

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publicado por Aristides às 20:25
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Um deputado à distância de cinco votos

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"A CDU pediu que sejam analisados cerca de três mil votos, a partir de amanhã. Se nessa recontagem limitada conseguir mais cinco votos, consegue o terceiro deputado regional e o PSD perde a maioria."

 

Poucas vezes ou nenhumas, terá acontecido uma assembleia de recontagem dos votos nulos ser tão importante e decisiva como esta que vai acontecer na Madeira. Um deputado e uma maioria absoluta dependem dos critérios da assembleia que reunir para o efeito. A batalha vai ser dura e o ambiente deve puxar para o tenso, mas o delegado da CDU vai ter que aguentar firme as pressões e intinidações que não vão ser poucas.

Estou em crer que irão aparecer até mais de cinco votos na CDU mal anulados, a julgar pelo que se deve passar em certas assembleias de voto dominadas pelo cacique da zona, situação tão do agrado do jardinismo. A ver vamos...

A conclusão a tirar daqui é que, afinal todos os votos são importantes, ao contrário do que diz e pensa tanta gente conformada e desesperançada que se encontra em todas as campanhas eleitorais.

publicado por Aristides às 18:26
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Sexta-feira, 27 de Março de 2015

Almeida antiquíssima

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publicado por Aristides às 18:28
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Um genocídio com boa imprensa

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"A guerra na faixa de Gaza entre Julho e Agosto do ano passado levou à morte de 2200 palestinianos, dos quais 1492 civis e 551 crianças, mais do que a soma de todas as vítimas palestinianas em Gaza registadas nos conflitos de 2008 e 2009. De acordo com o Gabinete para a Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas, 2014 foi o pior ano para os civis palestinianos desde a guerra árabe-israelita de 1967.

“[O ano de] 2014 testemunhou o maior número de baixas civis desde 1967”, lê-se no relatório das Nações Unidas. A principal causa deve-se aos conflitos do último Verão na faixa de Gaza, mas as Nações Unidas alertam também para o aumento da violência no resto do território palestiniano.

A ofensiva israelita sobre Gaza começou no dia 8 de Julho, como resposta ao lançamento de rockets e só terminou no final do mês de Agosto.  Estima-se que mais de 11 mil palestinianos tenham ficado feridos."

Confesso que tenho cada vez mais dificuldade em compreender os argumentos dos defensores desta política sionista de agressão, domínio e terror visando o povo palestiniano. Tenho até dificuldade em perceber que exista quem pense que o governo israelita está a defender o seu povo, quando é por demais evidente que o que lhe está nos genes é a tentativa de destruição de um povo, se possível pelo genocídio puro e simples, qual solução final de que agora são os principais intérpretes.

Acusam os palestinianos de não aceitarem um estado israelita, mas foi o actual primeiro ministro israelita que ganhou as eleições prometendo que, com ele, os palestinianos nunca teriam um estado. Afinal quem afronta a lei internacional e o mais básico direito dos povos à autodeterminação? Os colonatos estão proibidos pela ONU e toda a ordem jurídica internacional os condena, mas os israelitas não param de os construir, ocupando terras que não são deles.

Israle e os seus prosélitos acusam os palestinianos de usarem escudos humanos e colocarem civis em locais que vão ser bombardeados. Mas como é que, na região mais densamente povoada do planeta, os palestinianos podem fugir dos alvos dos bombardeamentos sionistas, indiscriminados, criminosos e propositadamente assassinos de civis?

Neste genocídio há argumentos irracionais que me custam a entender, quase tanto como haver gente com alguns neurónios que os perfilham.

 

publicado por Aristides às 18:26
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Quinta-feira, 26 de Março de 2015

Almeida antiga

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 O descanso do operário.

publicado por Aristides às 18:28
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Ainda anda cá fora?

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"A Câmara Municipal de Gondomar terá que devolver 11 milhões de euros de fundos comunitários que foram utilizados indevidamente, entre 1996 e 2001, durante o mandato de Valentim Loureiro.

Segundo avança o Jornal de Notícias, o dinheiro foi conseguido através de um esquema de faturas falsas relativas à construção da ETAR do rio Ferreira e à rede de saneamento de Gondomar."

De Paulo Portas diz-se que o que o aguenta fora das grades é a imunidade que vai conseguindo em sucessivas passagens pelo Parlamento e pelo Governo. Também estou convencido disso.

Agora, o que é que impede a Justiça portuguesa de mandar o tonitruante Valentim Loureiro fazer companhia a José Sócrates, enquanto não decoram uma cela a preceito e com motivos a condizer, para Paulo Portas?

Não acredito que não haja motivos mais do que suficientes para o fazer!

publicado por Aristides às 18:26
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Quarta-feira, 25 de Março de 2015

Almeida antiga

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 Três fotografias da zona que agora é o Picadeiro descoberto.

publicado por Aristides às 18:32
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Palhaçadas ucranianas

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"Dois altos responsáveis dos Serviços de Emergência da Ucrânia foram detidos hoje por suspeitas de corrupção em plena reunião do governo e perante as câmaras de televisão.

Serguei Bochkovski, diretor do serviço, e Vassili Stoietski, seu adjunto, foram detidos e algemados, acusados de fazerem contratos públicos "a preços bastante mais elevados" que os preços de mercado, nomeadamente com a companhia petrolífera russa Lukoil."

Suponho que esta notícia vá soltar o entusiasmo alarve do costume na opinião pública que enche as caixas de comentários com as coisas mais disparatadas e idiotas. Suponho que o regozijo com este episódio ucraniano vá ao ponto de afirmar que assim é que é, que os ucranianos é que os têm no sítio, que não é como em Portugal que toda a gente rouba e ninguém vai preso, etc., etc.

E a mim que me parece apenas mais uma manifestação fascista dos fascistas que estão no poder com o apoio e a satisfação dos europeus e norte-americanos. Um triste e deprimente espectáculo de populismo ultra-direitista. Aquilo terá mesmo a ver com corrupção, será areia para os olhos dos aliados ocidentais (que nem precisam de areia para fechar os olhos às atrocidades do governo de Kiev) ou terá alguma coisa a ver com a nacionalidade da companhia petrolífera envolvida?

Tenho muita pena, mas não consigo acreditar em nada que venha daquelas empertigadas e arrogantes marionetes do governo ucraniano.

publicado por Aristides às 18:17
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Terça-feira, 24 de Março de 2015

Fuzilamentos de regresso aos USA

O estado norte-americano do Utah tornou-se nesta terça-feira no primeiro a reintroduzir o pelotão de fuzilamento como método de execução da pena de morte.

Ora, aqui está mais um sinal de progresso, de respeito pelos valores civilizacionais que o país mais poderoso do mundo dá  mostras. Quem sabe, como país fiel aos valores do capitalismo (a esses, sim!) não torna essas execuções em atractivo turístico, com os intervenientes vestidos à época. Só é preciso escolher a época: ou do genocídio das populações índias, ou da guerra da secessão, ou do predomínio da Ku Klux Klan, entre tantas outras. 

Épocas dessas não faltam na História dos EUA!

publicado por Aristides às 21:40
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Segunda-feira, 23 de Março de 2015

A mulher não pára!

 

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Esta mulher está imparável. Cria partidos e associações a uma velocidade vertiginosa, só comparável à velociadde com que os abandona. Desta feita, criou o Agimos que, à falta de melhor, se aliou ao PT para concorrer às próximas eleições, com a bela Joana como cabeça de lista, claro.

Mas o PT não foi o único micro-Partido a ser convidado. Também o foram o PPM, o PND, o PAN, o MPT e o PPV (não me perguntem o que significam as siglas). Contudo só um resolveu pôr de parte as suas ambições para ceder o lugarzinho elegível à nossa heroínaAs bases programáticas também são interessantes e de uma coerência política notáveis, se considerarmos que, para a nova coligação "o importante agora não é unir a esquerda", porque defende que os portugueses não estão preocupados com isso.

"Pretendemos que isto possa ser uma plataforma alargada, ampla, que está muito além da esquerda e da direita e que pretende é defender as pessoas que estão em baixo e que estão fora do sistema", sublinhou a líder desta nóvel agremiação política.

Não está mal para começar. Vamos ver como se chama o próximo movimento a fundar pela mediática Joana.

publicado por Aristides às 19:10
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Sexta-feira, 20 de Março de 2015

O meu artigo no Praça Alta de Março

A emergência da irracionalidade

A realidade deu em caminhar demasiado depressa. E não, não se trata de um desabafo de alguém que está a perder a pedalada para acompanhar a evolução ou de um cinquentão agastado que vê a realidade evoluir a uma velocidade a que não estava (alguém está?) habituado.

A mudança e a sua inelutabilidade estão adquiridas. Tirando algum empedernido saudosista de estabilidades passadas, são poucos os que vituperam a mudança, não cedem em algum momento aos seus encantos ou, em desespero de causa, não se tentam adaptar. Se não podes com eles…

A mudança tem assumido, até agora, o caminho do progresso, o percurso rumo à facilitação e simplificação do trabalho, da vida e da informação. Se isso causa problemas sociais, pela dispensa de “legiões” de trabalhadores que vêem na modernização e na informatização da sociedade a causa mais próxima para a perda de emprego e consequente marginalização, também é verdade que ninguém dispensa a simplificação do quotidiano proporcionada pelas novas tecnologias. Era impensável, até, que isso acontecesse. E isso apesar de a própria segurança das pessoas ou do seu património se ter tornado mais vulnerável com o advento da Internet, das redes sociais, da exposição online de todos os dados da nossa vida pessoal e profissional.

A informatização da cobrança de impostos tornou excedentários milhares de funcionários, mas todos agradecemos a oportunidade de poder cumprir nas nossas obrigações fiscais através da internet e sem sair de casa. Pelo menos, aqueles que não se atrasam por distracção ou falta de dinheiro…

A facilidade da comunicação tornou obsoletos muitos serviços proporcionados tradicionalmente pelos correios, fechando postos de atendimento, despedindo trabalhadores, mas ninguém prescinde de mandar uma mensagem por e-mail ou por telemóvel.

São imensas as profissões cujos executantes se tornaram excedentários pela evolução das novas tecnologias, mas também muito trabalho monótono, duro, desumano foi substituído pelo das máquinas, proporcionando mais tempo livre e menos cansaço.

Todos consideramos isso como avanços civilizacionais e gostamos de fazer parte dos grupos que usufruem deles. Criou-se até a ideia que era possível que as inovações tecnológicas tornassem o mundo mais inclusivo, que as franjas da população marginalizadas tenderiam a diminuir até, quem sabe? desaparecerem.

Num passado relativamente recente algumas sociedades empreenderam um significativo esforço para que todos se sentissem participantes da construção colectiva, apesar dos handicaps de cada um ou de cada grupo. Não estou a idealizar nem a sugerir que alguma quimera pairou por aí, em antevisão do Éden terreal. Não deixa de ser evidente, no entanto, que eram tempos bem diversos dos actuais.

Nunca partilhei do convencimento que perpassa todas as gerações e que as leva a dizer que “antigamente é que era bom”, quantas vezes fechando os olhos às evidências que saltam aos ditos. Mas todos reconheceremos que os níveis de intolerância e de ódio em relação ao outro, ao que é diferente de nós, na cor da pele, na crença religiosa, no clube e em tantas outras coisas que nos diferenciam, têm atingido culminâncias a que não estávamos habituados. Não quer dizer que o Mundo esteja mais violento do que alguma vez esteve, pois a História dá-nos notícias de épocas de terror, de instabilidade, de brutalidade extrema, apesar de tudo, bem longe da actual.

Mas poderemos deixar passar em claro, sem nos revoltarmos, as imagens de um grupo de mentecaptos que, fora da sua terra, impedem um negro de entrar no Metro, cantando palavras de ordem racistas? Ou os cânticos sexistas que atingem mulheres que pisam o campo tradicionalmente masculino do futebol? Ou a violência homofóbica que leva uns bárbaros mascarados a atirar do alto de um edifício jovens que suspeitam ser homossexuais?

Poderemos tolerar a violência dos vídeos propagandeados pelo autodesignado Estado Islâmico em que se degolam pessoas inocentes e se queimam, vivos numa gaiola, prisioneiros de guerra?

Esta dualidade, esta oposição, parece enformar a cruzada que os assassinos radicais islâmicos estão a empreender contra aquilo que diabolizam como Ocidente. Ironia das ironias: o mesmo Ocidente que os criou para combater os regimes laicos que não tinham por hábito vergar-se aos seus interesses. Agora que mordem a mão que os alimentou é que chegam as recriminações…

Poderá parecer estranho o facto de se meter no mesmo saco situações tão díspares e, á primeira vista, de gradações tão distintas de violência como as que referi acima. Pode ser que tenham razão, mas mantenho e tenho para mim que são todas elas manifestações do ódio ao Outro, afinal sempre presente, embora com graus de intensidade diferentes.

E o que custa é que não foi há muito tempo que tudo, das rivalidades violentas até às guerras, parecia obedecer a uma certa racionalidade.

publicado por Aristides às 23:04
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Quinta-feira, 19 de Março de 2015

Cofres cheios

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 Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças: País tem "cofres cheios" para satisfazer compromissos se houver perturbações do mercado.

Isto faz-me lembrar do outro que também começou como ministro das Finanças a acabou a cair da cadeira, como presidente do Conselho de Ministros.

No tempo dele, os cofres estavam igualmente cheios de ouro e os portugueses cheios de fome

publicado por Aristides às 18:29
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Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Substâncias letais

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"A Casa Branca recebeu na segunda-feira um envelope com uma substância testada positivamente como cianeto"

Sorte a deles. A maior parte dos países do Mundo não recebem envelopes com cianeto, mas aviões com CIA/NATO!

publicado por Aristides às 18:38
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Água e imperialismo: noções básicas

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 "Califórnia só tem reservas de água para mais um ano" esta é a notícia choque que nos chega via internet.

Preocupante para a Califórnia, pensarão vocês, leitores. Permitam-me discordar: preocupante para o Mundo, principalmente para aquelas partes do Mundo onde há muita água.

Eu explico (como se tal fosse necessário): quando os EUA precisam de petróleo o que é que fazem? Vão buscá-lo onde ele existe, quer os países produtores queiram ou não. Se não querem, pior para eles...

Já estão a ver a analogia?

publicado por Aristides às 18:10
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Terça-feira, 17 de Março de 2015

Almeida antiga: Cerdeira

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publicado por Aristides às 18:53
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Cadilhe dixit

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 "Como é que a democracia nem sempre distingue a tempo e não segrega os políticos de pouca diligência, de débil carácter, puro sacana, velhaco? Por vezes, o grande venal?"- Miguel Cadilhe, ex-ministro de Cavaco.

Olhe que não, doutor, olhe que não!

Já vi alguns desses políticos sacanas, venais e abstenho-me de o continuar a citar para não entrar quase na obscenidade, a serem segregados pelo sistema. Só que vão para o mundo dos negócios que costuma ser muito generoso com ex-políticos velhacos e venais (eles lá saberão porquê) e de quando em vez voltam à ribalta para nos assombrar o sono.

publicado por Aristides às 18:39
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Segunda-feira, 16 de Março de 2015

Cabecinhas confusas: intervenção militar constitucional??? Mas que é isso?

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O Brasil está a sofrer o que mais de meio mundo já sofreu: a desestabilização fomentada pelos mesmos de sempre (quem serão?) para atingir os objectivos de sempre. Uma coisa o Império do Norte não perdoa: políticas independentes, não alinhadas pelo expansionismo que canalize a riqueza e os recursos naturais para as grandes companhias que dominam o mundo e escolhem os governantes desse meio mundo.

Os media, voz do dono, ladram as costumeiras imbecilidades. Acabei de ouvir na RTP a jornalista dizer que o "Brasil em peso saiu à rua a protestar contra Dilma: dois milhões de brasileiros na rua". Se dois milhões de brasileiros (pelas contas certamente inflacionadas desta gentinha) são o Brasil em peso, muito haveria a dizer do peso do Brasil.

Mas tal como na Ucrânia, escondem bem escondida, a presença dos fascistas e nazis que gostam muito destas confusões e aspiram a que a Democracia ceda á violência ditatorial, tantas vezes protagonizadas pelos militares na sofrida América Latina. As fotos que publico ilustram bem o que vai (ou não) na cabeça dessa gente.

Achei piada a um comentário de um post que acompanhava uma dessas fotos:

"NÃO POSSO ACREDITAR QUE VAI PRÁ RUA SEGURANDO UMA FAIXA CONTRA O COMUNISMO PORQUE É UMA DITADURA E PEDE DITADURA? QUE QUE É ISSO MINHA GENTE??? FUMÔ?"

Ora, nem mais!

publicado por Aristides às 20:35
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Domingo, 15 de Março de 2015

Criatividade alemã

Para evitar pagar o salário mínimo, instituído este ano na Alemanha, alguns patrões fazem gala de uma criatividade apreciável. O excerto que fui buscar a uma notícia dos joernais de hoje é esclarecedor:

"Alguns empregadores estão a mostrar muita criatividade para não pagar o salário mínimo", disse Burkhard Siebert do NGG. Segundo o sindicalista, alguns trabalhadores deixaram de receber horas extraordinárias. Outros estão a pagar por bebidas e fardas que têm de usar durante o trabalho. Talhantes queixaram-se que tem de pagar até 100 euros por mês para usar as facas de que precisam para cortar a carne e padeiros dizem que estão a ser pagos em pão em vez de dinheiro.

Quando se trata de roubar os trabalhadores ou os contribuintes, patrões e governantes não deixam os créditos por mãos alheias.

publicado por Aristides às 12:10
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