"O comité de ética da Comissão Europeia concluiu que o antigo presidente Durão Barroso não violou as regras dos Tratados ao aceitar o cargo de presidente não-executivo da Goldman Sachs."
Mas é claro que não e penso que ninguém terá posto isso em causa. Os Tratados, assim como toda a legislação elaborada no âmbito da UE, favorece os negócios, a chiquepertice, o tráfico de muitas coisas, nomeadamente de influências, que não será o menos rentável.
O mesmo comité de ética realçou que Barroso “não demonstrou a sensatez que se poderia esperar de alguém que ocupou o cargo de presidente durante tantos anos" e como sensatez não é condição sine qua non para nada que tenha a ver com políticas europeias, estamos conversados. Convenhamos também que não será muito saudável indispor os senhores do Goldman Sachs com esquisitices como ética e outras coisas sem importância. É que podem ficar chateados.
Volta Barroso, está perdoado!
Anda a direita procupada por haver poucas greves e manifestações. Nunca imaginei as saudades que o PSD e o CDS teriam de ver os protestos de sindicalistas, as ruas cheias de manifestantes, as ruas cortadas, as escolas fechadas. Cada vez me srpreendem mais!
Acontece que uma das melhores respostas a este estado de espírito da nossa direita, saiu da pena de Pacheco Pereira, na sua coluna de opinião no Público a que pertece o excerto que se segue:
"Querer saber onde está Mário Nogueira para o obrigar a sair para a rua com a Fenprof. Querer humilhar o PCP e o BE “por estarem tão mansinhos” e picá-los para quebrarem com fragor a “paz social”. Queixar-se de que não há manifestações e chorar de saudades pela desocupação do espaço em frente das escadarias da Assembleia. Apelar à CGTP para que faça greves e motins como fazia “antes”. Dizer com mágoa, como Marques Mendes, “quem os viu e quem os vê”, com saudades de “quem os viu”. A lista do ridículo seria interminável. Ó homens! Eles têm uma coisa muito mais importante do que a rua — ganharam poder político. Ó homens! E, muito mais do que isso, têm poder político para ajudar melhor a “rua” do que se viessem para a rua. Aliás, é isso mesmo que, dia sim, dia não, vocês dizem. Então, em que ficamos? “Quem governa é o BE”, ou o “PS meteu-os no bolso”? Não foram “eles” que perderam poder, foram vocês. E sempre podem ocupar o vazio da rua e das manifestações, está lá à disposição. E não há causas mobilizadoras? Ou não há gente?"
O louco presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, responsável por 4700 mortes em apenas quatro meses numa pretensa, ignóbil e controversa guerra contra as drogas, que pontua os seus discursos com palavrões e obcenidades, teve uma visão divina, numa recente viagem de avião. Mais: a visão, que era, nem mais nem menos, Deus, falou e disse-lhe que tinha de parar, caso contrário, faria cair aquele avião.
Como bom católico, Duterte resolveu parar e deu conta disso no discurso que faz após o incidente. Comprometeu-se por isso, perante Deus e o povo flipino a parar...de dizer palavrões.
Não, não estou a brincar, acabei de ler a notícia no Diário Digital que refere uma popularidade do presidente assassino de quase 80%.
Dir-me-ão que a maioria é que tem razão. E eu digo que não!
"Dou sobretudo atenção aos alemães que conhecem Portugal e, por isso, sabem do que falam", afirmando mais à frente que "o preconceito é muito pouco inspirador para se falar com tino". - António Costa sobre Schäuble.
Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças alemão, do alto da sua cadeira de rodas e com aquele retorcido dedo em riste, mostrou mais uma vez a animosidade que sente por Portugal e pelo caminho que escolhemos seguir, mandando às malvas o seu discípulo dilecto e melhor aluno, Passos Coelho.
António Costa, em vez de se agachar como faria Vitor Gaspar ou Passos Coelho, respondeu-lhe e, quanto a mim, bem. Talvez até tenha sido diplomático demais, o que se compreende.
Aquela imagem de ser um pirómano que se disfarça de bombeiro também está bem sacada, sim senhor!
Um septuagenário de Coimbra, reformado, escreveu uma carta aberta em resposta a um artigo de opinião do deputado do PSD pelo círculo da Guarda, Carlos Peixoto, no qual este se referia ao envelhecimento da população portuguesa como a "peste grisalha".
Tendo sido processado por difamação, foi condenado pelo Tribunal de Gouveia ao pagamento de 1.200 euros de multa, além de uma indemnização de 3.000 euros ao deputado social-democrata, mas recorreu para o TRC que confirmou agora a decisão.
Não vou entrar na onda nacional-lamurienta de indignação com a "justiça que temos", de que a "justiça protege sempre os poderosos", que sempre surge cada vez que se anuncia uma sentença mais polémica. Sei que a Justiça, num Estado de Direito corre o risco de ser incompreendida e de ter decisões estranhas, quando isso acontece em nome de um bem maior que é a proteção dos inocentes contra a discricionaridade do poder. Muitas vezes não o consegue ou não o quer, mas não é por isso que o princípio deixa de ser bom.
No caso vertente acontece, parece-me, um desses casos. Não sei em que termos o arguido escreveu a carta aberta: foi, pelos vistos, insultuoso em relação ao político. Mas não terá sido aquela torpe afirmação do deputado (a peste grisalha) muito mais insultuosa e para muito mais gente?
É que, ainda por cima, o pobre do homem teve azar em ser o escolhido para dar o exemplo. Pelo que me apercebi, foram milhares os portugueses, pestíferos ou não, que dirigiram ao ilustre deputado palavras do mais puro vernáculo utilizando os vários meios de comunicação ao seu dispor.
Carlos Peixoto, que há de ficar grisalho como os outros, deveria compensar a falta de sensibilidade social com um bocadinho de bom senso. Infelizmente faltam-lhe as duas coisas.
"O porta-aviões Almirante Kuznetsov, que lidera uma frota de nove navios russos que vai a caminho da Síria, deverá ficar em águas de jurisdição portuguesa até às 19.00 desta terça-feira, a manterem-se os rumos e velocidades a que seguiam hoje, segundo o Ministério da Defesa Nacional. Os navios estão a ser vigiados à passagem por Portugal por uma fragata da Marinha portuguesa e por um avião C-3."
Não fossem os candentes e dramáticos desaparecimentos do criminoso de Aguiar da Beira e do menino de Ourém, esta era seguramente a notícia em destaque nos nossos meios de comunicação social. Imagino que, nas mentes formatadas no ambiente da Guerra Fria, pelo Estado Novo e pela histeria anticomunista que, por ora, medra em tudo o que é jornal, televisão ou paineleiro comentador avençado, isso soe a ameaça terrível sobre as nossas cabeças. Ainda por cima com os submarinos do Portas em manutenção, a nossa segurança nacional estará seriamente comprometida.
Felizmente a frota de navios russos está ser vigiada por uma fragata e uma avião e seguramente não lhes faltará o apoio de N.ª Sr.ª de Fátima que já nos acudiu aquando do afundamento do cargueiro Prestige, não deixando chegar até águas de Portugal o poluente crude, castigando assim apenas a Galiza que algum grave pecado deve ter cometido. A ter em conta que, nessa altura, o ministro da Defesa era o pio Portas, o que deve ter influido na decisão divina.
Descansemos todavia, hoje pela 19 horas o pesadelo deve ter terminado.
"A cultura "tende a converter-se em espetáculo" e aquilo que se apresenta como uma democratização cultural não é mais do que "banalização do frívolo". Estas foram as palavras do escritor peruano Mario Vargas Llosa, que ganhou o Nobel da Literatura em 2010, quando, ontem, recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Burgos, em Espanha. E considerou que um dos exemplos mais recentes do domínio da cultura do espetáculo é o facto de a Academia Sueca ter atribuído o prémio Nobel da literatura ao músico Bob Dylan."
Quero, antes de tudo dizer, que o Prémio Nobel não tem, para mim, a importância que a sua mediatização lhe granjeou. Mediatização e importância às quais não foi alheia a Guerra Fria, para a qual o Nobel contribuiu com não poucas achas para a fogueira. Quero dizer que umas vezes o acho bem atribuído, outras não e ainda muitas outras, como acontecerá com milhões de leitores, não faço ideia quem seja o laureado.
Dito isto, acrescento que discordo de Vargas Llosa quando define a atribuição do Nobel da Literatura a Bob Dylan como uma concessão à cultura do espectáculo, classificando o contributo do cantautor como uma frivolidade. Quero crer que, se a intenção fosse essa, não faltariam candidatos, desde Madonna até Lady Gaga, para não ir mais longe.
Quem ouve rádio, lê jornais ou revistas ou tenta estar a par do panorama cultural contemporâneo, está bem longe de considerar Dylan uma presença banal ou frequente nesses meios. Não pertence ao frívolo e banal mainstream que nos submerge como uma avalanche de aureas medocritas.
"O alinhamento do Telejornal não pode estar dependente das iniciativas da Fenprof: se Mário Nogueira fala as escolas estão mal, se ele está calado as escolas estão bem. É mais do que tempo de os media começarem a sair para a rua e definir a sua própria agenda, deixando para o Avante! a agenda do PCP."
-João Miguel Tavares, in Público, 20-10-2016
Nunca percebi a razão porque João Miguel Tavares (JMT) tem tanto palco mediático. Há anos que ocupa páginas e páginas em jornais ditos de referência, assim como é solicitado como comentador em serviços noticiosos da TV. Por aqui se vê o panorama desolador da nossa comunicação social.
Mas, pior do que isso, o fulano permite-se umas graçolas no Governo Sombra da TVI, motivo mais do que suficiente para não ver tal programa. Apesar de apreciar as intervenções de Ricardo Araújo Pereira e de Pedro Mexia, este de direita, mas inteligente, as prestações pretensamente graciosas e jocosas de JMT impedem-me de reunir a pachorra necessária para assistir ao programa.
Escreve agora o JMT no Público um artigozeco onde manifesta a saudade de Mário Nogueira e insinua maldosamente que a comunicação social adoptou a agenda do PCP e da Fenprof. Ora, quem tem olhos de ver e mais de dois neurónios sabe perfeitamente como o PCP é tratado na dita comunicação social e a maneira como é silenciado.
Pelos vistos, não é o caso do referido escriba.
"Foi aprovada a iniciativa do PCP para que, em sede de IMI, o coeficiente que tem a ver com as vistas panorâmicas e o sol se mantenha nos 5%. Desta forma, a esmagadora maioria das casas, que têm um valor até 250 mil euros não terão qualquer agravamento do imposto", congratulou-se o deputado comunista Paulo Sá, após reunião da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública.
Ou seja, o coeficiente que se mantém em 5% foi criado por um governo PSD/CDS e adivinhem quem votou contra essa manutenção. Isso mesmo, o PSD que tanto chinfrim tem feito com a possibilidade do aumento do IMI pela alteração dos coeficientes proposta pelo actual governo. Convém sublinhar que, com esta medida, a grande maioria das casas não sofre nenhum aumento do referido imposto o que desgosta, pelos vistos, o PSD.
Um partido da oposição que se esganiça por tudo e por nada, que se abstém de propor alterações a um orçamento que considera mau e que, ainda por cima, vota contra as propostas que o permitem melhorar, não está seguramente à altura das responsabilidades que os seus eleitores lhe atribuiram.
Como lhe chamaremos? Um partido de protesto? Isso não o deveria colocar fora do famigerado "arco da governação"?
Um panorama sombrio
Quando o próximo número deste jornal sair, já terá ocorrido a eleição mais mediatizada do mundo e talvez já se saiba se o cargo que mais poder transmite ao seu ocupante vai pertencer a um homem ou a uma mulher. Esta questão do género não é de somenos no ambiente politicamente correto em que vivemos: veja-se a pressão para que o próximo secretário-geral da ONU fosse uma mulher, o que constituiu a principal ameaça à entronização de Guterres.
Num mundo que privilegia o espectáculo, o fogo de artifício, o show off, em vez da substância e do conteúdo, é natural que o circo quadrienal montado para eleger o caudillo da maior potência bélica mundial concite atenções, movimente milhões e mobilize histriões. Estamos habituados.
Este ano, porém, a coisa quase descamba. O candidato do Great Old Party resolveu mandar as convenções às urtigas e tratou de adoptar um discurso radical, preconceituoso, reaccionário e, pelos vistos, mobilizador. Para um europeu, custa a crer que um fulano como Trump, com a sua figura e o seu passado, consiga ser nomeado para a corrida à Casa Branca, deixando pelo caminho tantos candidatos muito mais plausíveis e expectáveis. É ainda mais difícil de compreender que tanto norte-americano subscreva as ideias do candidato, que têm na indigência cultural e intelectual a sua principal característica. Mas, pelos vistos, assim é.
Mas como normalmente há uma razão para as reacções menos racionais, aqui ela também existirá. E não é uma, são várias as que justificam a emergência do efeito Trump. Uma dessas razões, que não será despicienda, é o cansaço que o cidadão comum sente em relação aos políticos convencionais, cheios de retórica e vazios de ideias, esquecendo no dia a seguir às eleições tudo o que defendera em campanha. É sentirem que as elites políticas estão cada vez mais afastadas dos reais problemas sentidos pelas populações; que as suas preocupações contam muito pouco nos corredores do poder e nas alianças espúrias que aí têm lugar. Acresce, no caso norte-americano, que a candidata rival de Trump, Hillary Clinton, está mergulhada no desacreditado sistema até ao tutano, tanto pelos laços familiares, como pelos altos cargos que ocupou até agora.
Se a tudo isso, acrescentarmos o desastre que tem sido a intervenção militar norte-americana overseas, os inimigos que esse intervencionismo tem granjeado e o terrorismo que, como espada de Dâmocles, pende sobre as assustadas cabeças dos seus cidadãos, teremos reunido mais do que motivos suficientes para que o cansaço e o desânimo levem à vontade de experimentar algo diferente, nem que esse algo pareça estúpido.
Abro parêntesis para reconhecer que este fenómeno de premiar eleitoralmente o populismo xenófobo e reaccionário não é monopólio dos EUA: aqui mesmo na Europa a extrema direita, os neonazis e os fascistas estão em alta. A França, a Hungria, a Áustria, a Ucrânia, etc., aí estão para não esquecermos que o inimigo está aí e vive entre nós.
Pois bem, são estes os colossos que se enfrentam: um multimilionário especulador, misógino e demagogo, tarimbado em televisão como apresentador de reallity shows, nutrindo um profundo desprezo ou mesmo ódio, por hispanos, muçulmanos, negros, refugiados, enfim, tudo o que não seja WASP (White, Anglo Saxonic, Protestant) prometendo recuperar a grandeza perdida do Império. Por outro, uma representante do sistema sediado na distante e odiada Washington D.C., corresponsável pelos sucessivos fracassos do intervencionismo militar dos norte-americanos por esse mundo fora e que já se salda por muitas centenas de milhares de mortos, casada com um ex-presidente com mandatos salpicados por escândalos e ela própria com algumas gafes difíceis de justificar.
Uma destas duas figuras vai ter proximamente nas mãos um poder que mais nenhum mortal tem. Vai ter o poder de decidir sobre a sorte de populações inteiras, de arsenais nucleares, dos níveis de poluição e da qualidade ambiental, de sanções, bloqueios, boicotes, etc.
Tendo em conta os personagens envolvidos e as suas futuras responsabilidades, o panorama não se afigura nada animador, pois não?
"Bruxelas devia chumbar o Orçamento de 2017"
O autor desta pérola é o senhor que vemos na fotografia ao lado do ex-licenciado Relvas, com certeza trocando informações financeiras de relevo....para as suas próprias contas.
É um sujeito que acode ao nome de Camilo Lourenço (peço desculpa se escrevi mal o nome, porque desde que o vejo na TV dei em trocar o "i" pelo "e", o que me leva por vezes a tratar o Areias por Camilo e o Lourenço por Camelo).
Como comentador emparelha bem com o José Augusto Ferreira nas opiniões sempre a embicar para a direita e para a austeridade. De tal forma assim é que, para os ver maldispostos e carrancudos, basta uma pequena subida de pensões ou descida de IRS. Do mesmo modo, qualquer corte em prestações sociais, em pensões ou vencimentos deixa-os à beira do gozo celestial.
Quanto ao teor da frase em qua apela a Bruxelas para chumbar o Orçamento, é tão reles, tão baixo, tão imbecil, que nem me atrevo a comentar...
Cambada!
Aproxima-se o dia em que os norte-americanos terão de escolher entre um imbecil xenófobo, preconceituoso e perigoso e uma representante de um sistema que faz da agressão e da força a principal característica da sua política externa. É a velha questão do mal menor.
Como soe dizer-se, quem semeia ventos colhe tempestade, ou ainda segundo outra sentença que refere o ir à lã e sair tosquiado, são frases que se adaptam, perfeitas, a Trump. Por falar em lã, é verdade que a ele não lhe falta.
O que muita gente desconhecia de Donald Trump era o seu passado de actor muito, mas muito secundário, em alguns filmes e spots publicitários. Como vendedor de pizzas bem se pode juntar a outro vendilhão que também acabou a carreira a vender esse produto, o tristemente célebre Gorbachev.
Fiquemos contudo descansados: não há qualquer possibilidade de um actorzeco de terceira categoria chegar a presidente dos EUA. Isso nunca aconteceu! Mas, espera aí....será que já aconteceu?
Há dias fez 38 anos que morreu o enorme Jacques Brel. Embora me tenha lembrado da data e lhe tenha prestado a minha humilde homenagem através do FB, lembrei-me agora de ter lido, não há muito tempo, o que Miguel Torga escreveu sobre ele, na altura da sua morte. É uma das coisas que lemos, identificamo-nos totalmente com o que está escrito e sentimos que gostaríamos de ter sido nós a escrever aquilo. Leiam o que um gigante das letras diz de outro:
Coimbra, 9 de Outubro de 1978 – Morreu Jacques Brel. E estão de luto todos aqueles que sabiam que ele dizia mais aos homens com os seus versos truculentos e as suas canções dilaceradas do que muitos poetas laureados com os seus poemas herméticos. Trovador dos nossos dias, a ganir por não ser amado à altura a que pôs o amor, e a amar Deus na pele do Diabo, foi uma das raras encarnações raivosas do artista empenhado em refletir o mundo inteiro no espelho da sua própria aflição. E conseguiu-o. Não é apenas um tal, de fisionomia tal e vida tal, que ouvimos quando canta. É uma alma penada em carne viva a penar por todos nós.
Miguel Torga
Diário XIII
Sem motivo definido nem decidido previamente, deixei de publicar neste blogue já lá vão uns meses. Ao fim de tantos anos, actualizar diariamente o blogue quase que passou a ser uma rotina, por vezes forçada. Muitos dos frequentadores diários perderam o hábito de espreitar o que ia escrevinhando por aqui e vai ser difícil recuperar a atenção de muitos amigos que, por vezes, me questionam das razões deste apagamento mediático.
Recupero hoje, sem compromissos de periodicidade, este palanque onde debito as minhas preocupações, angústias e alegrias ou, muito simplesmente, momentos sem significado por aí além.
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