O Público anda a portar-se muito mal, especialmente neste caso dos colégios privados. Tem lá uma jornalista, Clara Viana, que decidiu vestir a camisola amarela dos privados e dar notícias vesgas, deturpadas e mentirosas. Gabriela Canavilhas, através do Twitt, teve uma reação normal a tanta desonestidade profissional da dita jornalista. Foi então que o Público, num editorial tosco e miserável, tentou justificar o injustificável e atacou a antiga ministra da Cultura.
Editorial tendencioso e deturpador. Desculpa a jornalista Clara Viana por ter dito que ós líderes do PCP e do BE estavam no palco dizendo que afinal não estavam no palco mas estavam à frente do palco. Como quem diz: é quase a mesma coisa. Mas não é a mesma coisa!
Depois fala dos números da organização e da PSP dando a entender que a jornalista do Público é isenta e quis ouvir as duas partes. Mas é mentira, porque a PSP não dá, há muito, números de manifestantes. E no texto refere que aqueles 15 mil lhe foram dados por um responsável da Polícia. Acho que, aqui chegados, já todos sabemos quem é o "responsável da PSP" ouvido pela jornalista. Mas o curioso é que, na manif dos colégios, a mesma jornalista assumiu, em título da notícia, o número de 40 mil dado pela organização, agora sem o contraponto nem a preocupação de ouvir o tal "responsável"!
Lamentável é a sucessão de artigos de Clara Viana em que ficou claríssima a sua posição nesta polémica, por mais que o editorial do Público a tente desculpar atirando na direção de Gabriela Canavilhas. Se quer dar a sua opinião que arranje um espaço no jornal que certamente lhe será atribuído pelos serviços prestados à "causa".
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